Q de parcialidade, Q de mercantilismo
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Provavelmente esta entrada de blog será motivo de muita conversa entre meus (poucos) amigos que são nerds de midia. Para todos os outros, a vida continuará no próximo post.
Primeiro, há um certo tempo alguém implicou que o Galvão Bueno, no encerramento das Olimpíadas de Pequim, ignorou solemente a próxima edição dos jogos. Achei, que era perseguição ao "Magdo", que mesmo a Rede Globo não se colocaria acima das olimpíadas, certo?
Errado. Deu no Comunique-se que a setores da Globo já cogitam esvaziar os esportes olímpicos: Não renovar contratos de transmissão, retirar apoios e eventualmente se afastar do COB.
Fico imaginando um cenário em que todo domingo cedo teremos Stock Car, seguido de uma partida de futebol e depois programa dos Trapalhões... Não saberemos mais dos Hipólitos, dos "mundiais" de vôlei, dos "jogos mundiais" de verão, dos torneios de biriba jogados às 9h...
Espero apenas que a Globo se digne a fazer um jornalismo minimamente sério e vá agora -- que o departamento comercial parará de aporrinhar -- investigar estas aventuras de Nuzman e sua patota na tentativa de embolsar mais uns milhões no golpe chamado Rio-2016. Veremos se em jornalismo o Q é de qualidade ou de parcialidade...
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