Juventus, Javari, Mooca, Milagres e o fim dos tempos
Bem. Fui cobrado por não estar dando muita atenção -- neste blog -- ao meu amado Juventus.
Foi dito que eu estava agindo como são paulino por, na crise, ignorar o time e só voltar a vestir a camisa nos momentos alegres.
Mentiras! Mentiras! Mentiras! O ano de 2008 está sendo muito para mim e isto me tira um pouco do tempo para analisar o futebol do Moleque nestes primeiros meses do ano.
O problema todo é que o Juventus tem ganhado os jogos complicados, impossíveis e perdido os jogos contra os times medíocres. Sacolamos o Santos, o São Caetano e a Lusa. Perdemos par Rio Claro. Coruipe e o combinado dos veteranos do distrital da Mooca. O que será que acontece? Eu tenho uma teoria.
Vampeta. É isto que acontece!! Sou fã do cara. Ele é mais inteligente que a média dos jogadores e é menos hipócrita, duas características importantes. Como um plus (a mais, adicional), o cabra ainda é o sarcasmo em pessoa. Ou seja, um cara ótimo para tomar cerveja. O problema aqui é que o Vampeta também nunca foi leão de treino, nunca se escondeu nos momentos decisivos, mas sempre foi mediano quando não era necessário suar sangue. Deve ser isto que está acontecendo agora: Jogo fácil, o Vampeta deixa o fôlego em casa, jogo impossível, o cara carrega o piano nas pradarias da Mooca.
O futuro ainda está para ser escrito, mas o que me dá alento é que o Juventus ainda joga contra Corinthians e São Paulo antes do final do campeonato. Seriam estes os jogos dos novos milagres ou seria apenas a pá de cal?

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